Disciplinas

Disciplinas de Férias de Verão/2022

Créditos: 15
Horário: Segundas-feiras a Domingos, das 6:00 às 22:00
Local/Sala: Parque Nacional da Chapada dos Veadeiros/ Remotamente
Período de oferecimento: Férias de Verão (de 10/01/2022 a 19/02/2022)
Vagas: 14
Mínimo de alunos: 5
Responsável: Rafael Silva Oliveira
Colaboradores: Mathias Mistretta Pires e Peter Stoltenborg Groenendyk
Estudantes especiais: aceita – solicitar autorização do professor responsável e seguir
instruções


PROGRAMA:
Determinantes abióticos, ecologia e evolução do cerrado. Ameaças, restauração e conservação do Cerrado.
Treinamento em técnicas de levantamento, documentação e estimativa da diversidade de espécies.
Elaboração e consecução de projetos de estudo ecológico do ambiente de cerrado, de seus ecotonos e dos
ambientes limítrofes. Análise de dados e redação de artigos científicos.


CRONOGRAMA:
Módulo 1 – Cerrado – arcabouço abiótico (4 dias) – presencial
1) Geologia da chapada dos veadeiros
2) Ecohidrologia do Cerrado
3) Clima do Cerrado
Modulo 2 – Ecologia do Cerrado (3 dias) – presencial
4) Estrutura e funcionamento das formações vegetais do Cerrado
5) Fauna do Cerrado
Módulo 3 – Conservação e restauração do Cerrado (3 dias) – presencial
6) Ameaças ao cerrado
7) Restauração da vegetação do cerrado – técnicas e iniciativas
8) Pesquisa e manejo e UCs do Cerrado
Módulo 4 – Desenvolvimento de projetos ecologia do cerrado (10 dias) – presencial e online
9) Método científico
10) Formulação de hipóteses / Desenho experimental / Coleta e Análise de dados / Redação de artigos
científicos / Comunicação científica


BIBLIOGRAFIA:
Zar, J. H. 1999. Biostatistical Analysis. Prentice-Hall, Upper Saddle River, New Jersey. Sokal, R. R., Rohlf, F. J. 1981.
Biometry. W.H. Freeman, San Francisco. Ayres, M., Ayres, M., Jr., Ayres, D. L., Santos, A. S. 2000. BioEstat 2.0: aplicações
estatísticas nas áreas das ciências biológicas e médicas. (Software para PC/Windows). Sociedade Civil Mamirauá e
CNPq, Tefé e Brasília. (Complementado por literatura de identificação taxonômica e de história natural de plantas e
animais)

Horário: Segundas-feiras a Domingos, das 6:00 às 22:00
Período de oferecimento: Férias de Verão ( de 10/01/2022 a 19/02/2022)
Vagas: 14
Mínimo de alunos: 5
Responsável: Rafael Silva Oliveira
Colaboradores: Mathias Mistretta Pires e Peter Stoltenborg Groenendyk
Estudantes especiais: aceita – solicitar autorização do professor responsável e seguir instruções 


PROGRAMA:
Determinantes abióticos, ecologia e evolução do cerrado. Ameaças, restauração e conservação do Cerrado.
Treinamento em técnicas de levantamento, documentação e estimativa da diversidade de espécies.
Elaboração e consecução de projetos de estudo ecológico do ambiente de cerrado, de seus ecotonos e dos
ambientes limítrofes. Análise de dados e redação de artigos científicos.


CRONOGRAMA:


Módulo 1 – Cerrado – arcabouço abiótico (4 dias) – presencial

1) Geologia da chapada dos veadeiros
2) Ecohidrologia do Cerrado
3) Clima do Cerrado


Modulo 2 – Ecologia do Cerrado (3 dias) – presencial

4) Estrutura e funcionamento das formações vegetais do Cerrado
5) Fauna do Cerrado


Módulo 3 – Conservação e restauração do Cerrado (3 dias) – presencial

6) Ameaças ao cerrado
7) Restauração da vegetação do cerrado – técnicas e iniciativas
8) Pesquisa e manejo e UCs do Cerrado


Módulo 4 – Desenvolvimento de projetos ecologia do cerrado (10 dias) – presencial e online


9) Método científico
10) Formulação de hipóteses / Desenho experimental / Coleta e Análise de dados / Redação de artigos
científicos / Comunicação científica


BIBLIOGRAFIA:
Zar, J. H. 1999. Biostatistical Analysis. Prentice-Hall, Upper Saddle River, New Jersey. Sokal, R. R., Rohlf, F. J. 1981. Biometry. W.H. Freeman, San Francisco. Ayres, M., Ayres, M., Jr., Ayres, D. L., Santos, A. S. 2000. BioEstat 2.0: aplicações estatísticas nas áreas das ciências biológicas e médicas. (Software para PC/Windows). Sociedade Civil Mamirauá e CNPq, Tefé e Brasília. (Complementado por literatura de
identificação taxonômica e de história natural de plantas e animais)

Disciplinas do 1º semestre/2022 e da 1ª e 2ª metade do 1º semestre/2022

Tema: Evolução de barreiras de isolamento reprodutivo

A especiação pode ser interpretada como um processo contínuo, que envolve um acúmulo gradual de barreiras
reprodutivas. Neste contexto, o estudo da evolução de barreiras de isolamento reprodutivo é crucial para
compreender os mecanismos envolvidos na origem e manutenção de espécies. O principal objetivo desta disciplina é
apresentar como a evolução de barreiras reprodutivas pode ser estudada num contexto multidisciplinar, uma vez que
diferentes tipos de barreiras atuam ao longo do processo de especiação. Grande parte dos mecanismos que serão
discutidos são universais para diferentes grupos de organismos. Uma parte das aulas será dedicada à exposição do
assunto a ser discutido na aula, e a outra parte será dedicada a discussão de textos escolhidos, para que os alunos se
familiarizem com a literatura publicada para o tema.

Créditos: 3
Horário: Quartas-feiras e Sextas-feiras, das 14:00 às 16:00
Local/Sala: A DEFINIR
Período de oferecimento: 2ª metade do 1º semestre (de acordo com o cronograma/programa)
Vagas: 10
Mínimo de alunos: 3
Responsável: Fabio Pinheiro – biopin@unicamp.br
Estudantes especiais: aceita – solicitar autorização do professor responsável e seguir instruções

 

PROGRAMA/CRONOGRAMA
Aula 1 (11/05) – Breve histórico dos estudos que discutiram a importância de barreiras reprodutivas e híbridos;
Aula 2 (13/05) – Atividade com textos da disciplina;
Aula 3 – (18/05) – Barreiras reprodutivas pré-zigóticas;
Aula 4 (20/05) – Atividade com textos da disciplina;
Aula 5 (25/05) – Barreiras reprodutivas pós-zigóticas;
Aula 6 (27/05) – Barreiras reprodutivas e balanço entre fluxo gênico intra e interespecífico;
Aula 7 (01/06) – Reforço;
Aula 8 (03/06) – Atividade com textos da disciplina;
Aula 9 (08/06) – Barreiras de isolamento reprodutivo e conceitos de espécie;
Aula 10 (10/06) – O papel do espaço geográfico na limitação do fluxo gênico;
Aula 11 (15/06) – Hibridação natural I: o papel da hibridação na origem e coesão de espécies;
Aula 12 (22/06) – Atividade com textos da disciplina;
Aula 13 (24/06) – Hibridação natural II: o conceito do genoma poroso e mutualistas genômicos;
Aula 14 (29/06) – Apresentação de estudos sobre isolamento reprodutivo;
Aula 15 (01/07) – Avaliação final com seminário para apresentação de projetos.

 

BIBLIOGRAFIA:
Arnold ML (2007) Evolution through Genetic Exchange. Oxford, Oxford University Press.
Coyne JA, Orr HA (2004) Speciation. Sunderland, MA: Sinauer Associates.
Jong T, Klinkhamer P (2005) Evolutionary Ecology of Plant Reproductive Strategies. Cambridge, Cambridge University
Press.
Levin DA (1978) The origin of isolating mechanisms in flowering plants. Evolutionary Biology 11: 185-317.
Petit RJ, Excoffier L (2009) Gene flow and species delimitation. Trends in Ecology & Evolution 24: 386-393.
Schemske DW (2010) Adaptation and the origin of species. The American Naturalist 176: S4-S25.
Schiestl FP, Johnson SD & Raguso RA (2010) Floral evolution as a figment of the imagination of pollinators. Trends in
Ecology and Evolution 25: 382–383.
Schluter D (2001) Ecology and the origin of species. Trends in Ecology and Evolution 16: 372–380.
Wu CI (2001) The genic view of the process of speciation. Journal of Evolutionary Biology 14: 851–865.

Tema: REDES ECOLÓGICAS

Créditos: 3
Horário: Quintas-feiras, das 14:00 às 18:00
Período de oferecimento: 1ª metade do 1º semestre ( de 03/03/2022 a 05/05/2022)
Vagas: 15
Mínimo de alunos: 3
Responsável: Rafael Barros Pereira Pinheiro – rafael-bpp@hotmail.com
Colaborador: Thomas Michael Lewinsohn
Estudantes especiais: aceita – solicitar autorização do professor responsável e seguir instruções

PROGRAMA:
Esse curso tem como objetivo introduzir as bases teóricas e práticas para o estudo de interações ecológicas
através de redes complexas. No decorrer das aulas os alunos serão apresentados as principais aplicações da
ciência de redes para responder questões ecológicas, com ênfase no estudo de interações entre espécies.
Para as aulas serão indicadas leituras prévias obrigatórias para discussão, bem como leituras opcionais de
aprofundamento do conteúdo, e haverá apresentação avaliativa de seminários por alunos.
No período final de cada aula, os alunos farão atividades práticas. Para realização das atividades, serão
disponibilizados scripts comentados em linguagem R. Os alunos que possuírem dados de interações
ecológicas relativos aos seus trabalhos de dissertação ou tese serão encorajados a utilizá-los durante as
sessões práticas, aplicando o conhecimento adquirido. Os alunos que não possuírem dados próprios,
poderão utilizar dados oriundos de bancos gratuitos e outros disponibilizados pelo professor. Exercícios
práticos para resolução entre aulas poderão ser propostos.
Será necessário o uso de computador durante a aula. Recomenda-se que os alunos que possuem
notebook pessoal levem para utilização durante as aulas. Utilizaremos sobretudo o programa R
(https://www.r-project.org/). É recomendável a utilização do IDE RStudio (https://www.rstudio.com/).
Essa disciplina requer conhecimento básico de linguagem R: utilizar scripts, carregar dados e pacotes,
criar objetos e utilizar funções simples. O conteúdo abordado em qualquer curso básico ou tutorial de
introdução ao R deve ser o suficiente. Sugestão: curso de programação em R do professor Bruno Vilela
(UFBA) disponível gratuitamente online. https://youtu.be/dDJN8OkWgSc

Avaliação:
· Apresentação de seminário sobre artigo científico: 30 pontos
· Participação durante as aulas e resolução de exercícios: 30 pontos
· Trabalho final: 40 pontos.

EMENTA:
1. Introdução às redes ecológicas
2. Estrutura de redes ecológicas: conectividade e especialização
3. Estrutura de redes ecológicas: topologias e modelos nulos
4. Propriedades ao nível das espécies
5. Dimensões filogenéticas, funcionais, espaciais e temporais
6. Simulando interações: modelos de redes sintéticas
7. Fragilidade, relações indiretas e dinâmica
8. Novos desafios: a vanguarda da pesquisa em redes ecológicas

CRONOGRAMA:
Aulas presenciais.
Quintas-feiras, das 14:00 às 18:00.
Iniciando no dia 03/03/2022 e encerrando no dia 05/05/2022.

Tema: Introdução à ecologia funcional


Créditos: 3
Horário: Terças-feiras e Quintas-feiras, das 14:00 às 16:00
Período de oferecimento: 1a metade do 1o semestre (de 03/03/2022 a 05/05/2022)
Vagas: 20
Mínimo de alunos: 3
Responsável: Carolina Blanco – carolynablanco@gmail.com
Colaboradora: Maíra de Campos Gorgulho Padgurschi
Estudantes especiais: aceita – solicitar autorização do professor responsável e seguir instruções


PROGRAMA:
Ecologia Funcional: definição e histórico; Atributos funcionais: definição, amostragem e bases de dados; Convergência e Divergência de atributos; Regras de Montagem (Assembly Rules); Diversidade Funcional; Contribuição dos atributos em processos e serviços ecossistêmicos; Métodos quantitativos em ecologia funcional.
instruções.


CRONOGRAMA:
A ser divulgado no início da disciplina


BIBLIOGRAFIA:
A ser disponibilizada no período do oferecimento da disciplina.

Tema: Serviços ecossistêmicos e bem-estar humano: A disciplina tem por objetivo apresentar as bases
ecológicas que fundamentam a abordagem de serviços ecossistêmicos, além de apresentar o histórico,
sistemas de classificação, conexão com bem-estar humano e sua utilização como instrumento científico
para tomada de decisão.

Créditos: 4
Horário: Sextas-feiras, das 10:00 às 12:00
Local/Sala: Nepam – Sala de seminários de tese (somente no caso da flexibilização das medidas sanitárias)
Período de oferecimento: Todo o 1o semestre (de 04/03/2022 a 08/07/2022)
Vagas: 10
Mínimo de alunos: 02
Responsável: Maíra de Campos Gorgulho Padgurschi – mairapad@gmail.com
Colaboradora: Carolina Blanco
Estudantes especiais: aceita – solicitar autorização do professor responsável e seguir instruções

 

PROGRAMA:

1. Biodiversidade e funções ecossistêmicas (ecologia funcional)
2. Serviços ecossistêmicos
     a. Histórico do conceito
     b. Pluralidade de valores e sistemas de conhecimento sobre BSE
     c. Abordagem do tema na Perspectiva brasileira
3. Vetores de mudança diretos e indiretos
     a. Dinâmica temporal e espacial dos serviços (trade-offs)
     b. A importância de Programas de longa duração no monitoramento de BSE
4. Conservação e uso sustentável da BSE
     a. Soluções baseadas na natureza
          i. Planejamento espacial, controle de uso e acesso, monitoramento.
          ii. Adaptação baseada em ecossistemas (ABE) – mudanças climáticas
     b. Aspectos econômicos do uso sustentável da BSE
5. Governança e arranjos institucionais nacionais e internacionais sobre BSE;
6. Abordagem da interface ciência-política

 

CRONOGRAMA:
A disciplina será ministrada às sextas-feiras de forma híbrida (online e presencial) a depender das recomendações sanitárias ao enfrentamento da pandemia. Na possibilidade de haver aulas presencias, as
mesmas serão combinadas de forma conjunta com os alunos.
OBS.: A disciplina será realizada em conjunto com a AS102 (Biodiversidade e Serviços Ecossistêmicos), sob responsabilidade dos professores Carlos Joly e Cristiana Seixas, de maneira híbrida a depender das recomendações sanitárias para o enfrentamento da pandemia (com datas do presencial a serem definidas conjuntamente com os alunos matriculados).

 

BIBLIOGRAFIA:
BPBES– Diagnóstico Brasileiro sobre Biodiversidade e Serviços Ecossistêmicos e Relatórios temáticos www.bpbes.net.br Díaz et al. “A Rosetta Stone for nature’s benefits to people.” PLoS Biol 13.1 (2015): e1002040.
Díaz et al. “Assessing nature’s contributions to people.“ Science 359.6373 (2018): 270-272.
Díaz et al. “The IPBES Conceptual Framework—connecting nature and people.” Current opinion in environmental sustainability 14 (2015): 1-16.
IPBES – Summary for Policy Makers of the Global, regional and thematic assessments. www.ipbes.net
Joly C.A.; Scarano F.R.; Seixas C.S.; Metzger J.P.; Ometto J.P.; Bustamante M.M.C.; Padgurschi M.C.G.; Pires A.P.F.; Castro P.F.D.; Gadda T.; Toledo P. (eds.). 2019. 1° Diagnóstico Brasileiro de Biodiversidade e Serviços Ecossistêmicos. Editora Cubo, São Carlos pp.351. https://doi.org/10.4322/978-85-60064-88-5
Joly, A.C.,; Scarano, F.R.; Bustamante, M.; Gadda, T.; Metzger, J.P.; Seixas, C.S.; Ometto, J.P.; Pires, A.P.F.; Boesing, A.L.; Sousa, F.D.R.; Quintão, J.M.; Gonçalves, L.; Padgurschi, M.; Aquino, M.F.S.; Castro P.D., Santos, I.L. 2019. Brazilian assessment on biodiversity and ecosystem services: summary for policy makers. BiotaNeotropica 19(4): e20190865, http://dx.doi.org/10.1590/1676-0611-bn-2019-0865.
Pascual et al. “Valuing nature’s contributions to people: the IPBES approach.” Current Opinion in Environmental Sustainability 26 (2017): 7-16.
Pires, A. P., Amaral, A. G., Padgurschi, M. C., Joly, C. A., & Scarano, F. R. (2018). Biodiversity research still falls short of creating links with ecosystem services and human well-being in a global hotspot. Ecosystem services, 34, 68-73. Rockstrom, Johan et al. A safe operating space for humanity. nature, v. 461, n. 7263, p. 472-475, 2009.
Scarano, F.R., Padgurschi, M.C.G.,Pires, A.P.F., Castro, P.F.D., Farinaci, J.F. Bustamante, M., Metzger, J.P., Ometto, J.P., Seixas, C.S., Joly, C.A. 2019. Increasing effectiveness of the science-policy interface in the socioecological arena in Brazil. Biological Conservation. 240: 108227 https://doi.org/10.1016/j.biocon.2019.108227
Steffen, W., Richardson, K., Rockström, J., Cornell, S. E., Fetzer, I., Bennett, E. M., … & Sörlin, S. (2015). Planetary
boundaries: Guiding human development on a changing planet. Science, 347(6223).

Tema: Ciclo de Seminários da pós-graduação do IB


Créditos: 3
Horário: Quartas-feiras, das 11:00 às 13:00
Local/Sala: online/Google Classroom e Meet
Período de oferecimento: Todo o 1o semestre (de 09/03/2022 a 06/07/2022)
Vagas: 50
Mínimo de alunos: 5
Responsável: Thaise Emilio Lopes de Sousa
Colaborador: Andre Rinaldo Senna Garraffoni
Estudantes especiais: Não aceita


PROGRAMA:
Palestras a serem proferidas por professores da UNICAMP e de outras instituições, personalidades do meio científico nacional e internacional e alunos do curso, sobre temas relacionados aos atuais desafios da educação em ciência e da sua divulgação nos vários.


CRONOGRAMA: A ser disponibilizada no período do oferecimento da disciplina


BIBLIOGRAFIA: Bibliografia específica indicada com antecedência, relacionada aos temas tratados em cada
oferecimento da disciplina

Créditos: 3
Horário: Segundas-feiras, das 16:00 às 18:00
Local/Sala: Google Meet
Período de oferecimento: Todo o 1o semestre ( de 07/03/2022 a 04/07/2022)
Vagas: 10
Mínimo de alunos: 1
Responsável: Sergio Furtado dos Reis
Estudantes especiais: Não aceita


PROGRAMA: Princípios fundamentais sobre dinâmica das populações.

CRONOGRAMA: Segundas-feiras de 16h00 às 18h00.


BIBLIOGRAFIA:
Stevens, M. 2009. A Primer of Ecology with R. Springer.
Roughgarden, J. 1996. Theory of Population Genetics and Evolutionary Ecology: An Introduction. Prentice Hall.

Créditos: 3
Horário: Quintas-feiras, das 10:00 às 12:00 e das 14:00 às 16:00
Local/Sala: A DEFINIR
Período de oferecimento: 1a metade do 1o semestre ( de 03/03/2022 a 05/05/2022)
Vagas: 25
Mínimo de alunos: 5
Responsável: Mathias Mistretta Pires – piresmm@unicamp.br
Estudantes especiais: aceita – solicitar autorização do professor responsável e seguir
instruções

PROGRAMA:
Nessa disciplina vamos discutir as principais teorias e os métodos usados no estudo de padrões e processos em
comunidades ecológicas. Serão abordados os seguintes temas: história do estudo e do conceito de comunidade; escala e os limites de comunidades ecológicas; métodos e amostragem; métricas de diversidade; Distribuições de
abundância; padrões espaciais de diversidade; interações ecológicas; estrutura de redes ecológicas; dinâmica
populacional e interações; formação de comunidades.

CRONOGRAMA:
Aula 1. Principais conceitos e os limites das comunidades
Aula 2. Biodiversidade: estimadores, composição e distribuições de abundância
Aula 3. Discussão de artigos I: Biodiversidade
Aula 4. Aula prática I: caracterizando a diversidade
Aula 5. Métodos para o estudo de padrões ecológicos
Aula 6. Padrões espaciais
Aula 7. Discussão de artigos II: Padrões espaciais
Aula 8. Aula prática II: caracterizando a variação entre comunidades
Aula 9. Estudo de processos ecológicos em comunidades
Aula 10. Interações ecológicas e dinâmica populacional
Aula 11. Redes ecológicas

Aula 12. Aula prática III: estrutura de redes ecológicas
Aula 13. Formação de comunidades: integrando processos
Aula 14. Discussão de artigos III: formação de comunidades
Aula 15. Seminários Aula 16. Seminários

BIBLIOGRAFIA:
Morin, P. (2011) Community ecology. ed. 2. Wiley, Hoboken, NJ, USA. Verhoef, H. A. & Morin, P. J., eds (2010)
Community ecology : processes, models, and applications. Oxford University Press, Oxford. Magurran, A. E. & McGill, B.J., eds (2011) Biological diversity : frontiers in measurement and assessment. Oxford University Press, Oxford ; New York. Ricklefs, R. E. & Schluter, D., eds (1993) Species diversity in ecological communities: historical and geographical perspectives. University of Chicago Press, Chicago. Levin, S. A. & Carpenter, S. R., eds. (2009) The Princeton guide to ecology. Princeton University Press, Princeton.

Créditos: 3
Horário: Terças-feiras, das 8:00 às- 12:00
Período de oferecimento: 2a metade do 1o semestre (de 10/05/2022 a 05/07/2022)
Vagas: 20
Mínimo de alunos: 5
Responsável: Gustavo Quevedo Romero
Estudantes especiais: Não aceita


PROGRAMA: Aulas presenciais às terças-feiras, das 8:00 às 12:00h.
Aulas presenciais e atividades para desenvolver em período extra-classe.


CRONOGRAMA:
A disciplina tem por objetivos: (a) capacitar o(a) aluno(a) a formular hipóteses e predições, bem como coletar, analisar e interpretar dados ecológicos; (b) Compreender a estrutura científica; (c) Estabelecer estrutura lógica entre teorias e predições; (d) introduzir princípios em métodos científicos.
Na disciplina serão abordados (i) formas de se fazer ciências ecológicas, (ii) tipos de perguntas, hipóteses e predições, (iii) teorias e planejamento na coleta de dados e experimentações, (iv) tipos de experimentos, (v) filosofia e métodos estatísticos (aleatorização, frequentiasta, teoria da informação), (vi) erros do tipo I e II, pseudorreplicação e princípio da independência, (vii) princípios em distribuições estatísticas, (viii) introdução aos modelos estatísticos lineares gerais e seleção de modelos.


BIBLIOGRAFIA:
Beckerman, A. P. & Petchey, O.L. 2012. Getting started with R: an introduction for biologists.
Ellison, A.M. & Gotelli, N.J. 2013. A primer of ecological statistics.
Logan, M. 2010. Biostatistical design and analyses using R: a practical guide.
Quinn, G. P. & Keough, M.J. 2002. Experimental design and data analysis for biologists.
Scheiner, S.M. & Gurevitch, J. Design and analysis of ecological experiments. 2a ed.
Underwood, A.J. 1997. Experiments in ecology.
Whitlock, M.C. & Schluter, D. 2009. The analysis of biological data.
Hector, A. 2015 The New Statistics with R: An Introduction for Biologists.
Crawley, M. 2012 The R Book

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